A página do seu projeto num link só — programação, os artistas que já passaram, a estrutura que você entrega e o contato de quem decide. Mais os contratos que você faz de boca hoje, prontos para preencher e imprimir.
Serve para quem tem ponto fixo e para quem leva a marca em dez lugares diferentes.
"Qual a estrutura?" "Quanto cabe?" "Que horas é o set?" Toda semana, a mesma resposta digitada de novo no WhatsApp.
E você monta às pressas um PDF com fotos soltas, sem número de público, sem histórico de quem já tocou.
Aí o artista não aparece, ou aparece atrasado, ou o sócio some no acerto — e não existe papel nenhum.
Você preenche uma vez e manda o link. Abre no celular em dois segundos, sem aplicativo, sem cadastro do outro lado.
A história do projeto, capacidade, público médio, quantas festas por ano. O que o artista e o patrocinador procuram primeiro.
As próximas datas e quem toca em cada uma, com status de ingresso. A ordem é sua — dá para subir e descer cada data.
O histórico que dá lastro. E quando o artista também é do PressLab, o nome dele vira link para o press kit.
Som, luz, palco, camarim. O que você entrega para quem sobe — escrito uma vez, no lugar de repetir por mensagem.
Fotos do espaço e das festas, e os vídeos das edições anteriores. É o que convence sem precisar de texto.
Por onde artista e marca falam com você, e as matérias que já saíram sobre o projeto.
Não são os contratos do artista com os nomes trocados. O risco é outro: ele teme não receber, você teme ele não aparecer. Preencha em minutos, imprima e mande.
Cachê, horário, o que você fornece. Com tolerância de atraso, multa por falta, exclusividade de raio e cessão de imagem para o aftermovie.
Alguém aluga sua casa. Caução com vistoria, lotação do alvará, exclusividade de bebida e multa por atraso na desmontagem.
Você e outro produtor juntos: o que cada um entrega, divisão do lucro e do prejuízo, e de quem fica o nome do evento se a parceria acabar.
Contrapartidas listadas — o que não está lá não é devido. Exclusividade de categoria e relatório pós-evento.
Som, luz, palco, segurança. Montagem testada até a hora combinada, com desconto por atraso e por falha no meio do evento.
A prova de que você pagou. Um minuto para preencher, e resolve a discussão que aparece três meses depois.
Os modelos são rascunhos completos e prontos para uso, mas não substituem a leitura de um advogado no que envolver valor alto ou risco relevante.
Quando um artista do PressLab escreve o nome do seu projeto no "já tocou em", o nome dele aparece na sua página — e o seu, na dele. Ninguém cadastra relação nenhuma: a ligação nasce do que os dois já tinham escrito.
Na prática: o contratante que abre o press kit de um DJ vê onde ele já tocou e clica. O artista que abre a sua página vê quem já passou por lá e clica. Cada perfil novo torna os outros um pouco mais úteis.
Casa noturna, bar, clube. A página mostra o endereço, a lotação e a estrutura — e o contrato de locação protege o patrimônio quando alguém aluga.
Produtora, coletivo, festival. Cada edição num lugar, com tema próprio. A página é da marca, e o local entra evento a evento na programação.
Menos de R$ 17 por mês, e dá para dividir em até 12x no cartão. Um cachê médio paga vários anos — e o primeiro contrato que você não faz de boca já pagou sozinho.
Programação, estrutura, galeria, imprensa e contato, no mesmo link. Edita quantas vezes quiser.
Contratação de artista, locação, parceria, patrocínio, fornecedor e recibo. Preenche, imprime, manda.
Os artistas do PressLab que tocaram com você apontam para a sua página, e você para a deles.
É assinatura anual, não mensalidade. Se não renovar, a página sai do ar mas nada é apagado — voltou a pagar, volta tudo no mesmo endereço.
Assina, recebe a senha por e-mail e monta a página em uns dez minutos. Programação, estrutura, galeria e os contratos já entram junto.
Prefere falar antes? Chama no WhatsApp. Já tem conta? Entrar no painel.
Não. Funciona igual para quem produz festa itinerante — a página é da sua marca, e o local de cada edição entra na programação.
O Instagram é ótimo para alcançar público. Ele é ruim para responder artista e patrocinador, porque não tem estrutura, lotação, histórico nem contrato. Os dois convivem.
São contratos completos, com as cláusulas que a prática do setor pede. Como qualquer modelo, valem o que valem: em negócio de valor alto, leve ao seu advogado antes de assinar.
R$ 197 por ano, que dá para dividir em até 12x no cartão. É assinatura anual, não mensalidade.
Então o seu lado é o outro: o press kit para DJ, produtor e banda.
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